
Nós criamos os filhos para que vivam a vida deles, e não para tomarmos conta da vida deles.
Orientamos suas vidas, mas não podemos vivê-las por eles.
Seguramos suas mãos quando sentimos que podem escorregar e cair.
Escoramos sua queda.
Supervisionamos seus passos para que não se afastem de suas origens verdadeiras.
Velamos suas noites para que possam usufruir um bom dia.
Percorremos seus espaços, sem invadi-los, para que não se surpreendam com o que possam encontrar nos seus caminhos.
Não podemos liderá-los.
Não nos damos conta que o que eles querem é simplesmente acertar ou errar conforme sua decisão.
Não podemos decidir por eles.
Filhos...
“Melhor não tê-los
Mas se não os temos
Como sabê-los?”