
Um homem como pouco se vê.
Envergava um terno com o mesmo despojamento de quem usa um jeans.
Um homem cujas mãos salvam vidas.
Tinha hábitos estranhos...
Dizia me conhecer de outro mundo.
Não era bem o que se podia se chamar de elegante.
Baixinho, atarracado, fartos cabelos.
Mas tinha charme e até certo encanto pessoal.
Não sei se ainda existe, se está por perto ou se vai aparecer de novo.
Só sei que passou por aqui, me olhou e me marcou.
Não era um homem, era um Divo!




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