Ana Marisa


30/05/2007


Longe dos olhos, perto das narinas!

 

Estima-se que seja conhecido há mil anos no Oriente Médio, especialmente na região de Kafa, daí, certamente, o nome “Café”.

O café é uma planta nativa da Etiópia, país do leste da África – antiga Absínia.  

Atualmente o Brasil é o maior produtor mundial de café, sendo responsável por 30% do mercado internacional de café, volume equivalente à soma da produção dos outros seis maiores países produtores. É também o segundo mercado consumidor, atrás somente dos Estados Unidos.

Quando ele chega é a maior festa lá em casa.

Seu aroma infesta todas as arestas da casa.

Me remete aos tempos dos cafezais lá da longínqua Piraju.

Da cozinha da minha mãe e do cheiro inigualável daquele cafezinho...

Das aconchegantes tardes do cafezinho com bolo mesclado de chocolate.

É café com leite, é pingado ou um simples cafezinho.

É com biscoito, com pão caseiro ou com bolachinha de nata.

Encorpado, puro ou misturado com outras guloseimas.

Já se disse que o café é amigo da atividade cerebral, primo da fantasia e estimulante do raciocínio.

Lá em casa ele ainda é, amigo da sesta!

Basta um cafezinho para depois se recolher da sesta.

Isso que, além da sonolência que ele afasta, costuma também afastar a depressão, devido a presença da cafeína e da ação dos antioxidantes.

ETA, cafezinho bom, oxalá ele afastasse também a saudade que sinto desse povo!

Longe dos olhos, perto das narinas!

 

 

 

Escrito por anama às 13h35
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29/05/2007


Saudades da minha filha!

 

É o que eu tenho aqui dentro!

Vivo ,caminho, viajo, e ela vai comigo.

Tem sempre um cantinho na minha bagagem  emocional para ela.

Quando aperta demais aqui dentro, procuro me recompensar, me refugiando nas lembranças, que ela me traz.

Às vezes, me apego nas imagens, já arquivadas na minha gaveta de cabeceira. 

Ela vai tranqüila, não se altera por qualquer circunstância.

Segue seu caminho, livre e ágil, na sua lida.

Não tenho medo de perdê-la, tenho medo de não senti-la, ela pode sumir....

Muitas se perdem  no tempo, e não conseguimos segurá-las!

Não é  a dor, é a saudade!

 

Escrito por anama às 21h54
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28/05/2007


O tempo!

Não me assusta o que eu ainda posso fazer, o que me amedronta é o que eu não posso mais fazer!

A vida nos foge.

Atentamos para o passar do tempo, mas ele se esquiva de nós.

Apegamos-nos ao que o tempo nos proporciona, mas as coisas são materiais e o próprio tempo se encarrega de dissipá-las.

Uma maneira de deixarmos nossa marca no tempo é viver de maneira tal, que conforme o tempo passa , a marca fica.

Uma boa ação, por exemplo!

Um bom exemplo, também!

 

Escrito por anama às 09h50
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