Ana Marisa


14/04/2007


Cartas

Na edição da Revista Veja, dessa semana, 13 de abril de 2007, tem uma carta publicada na seção de Cartas, de minha autoria, sobre o aquecimento global.Veja lá!

 

Aquecimento global

Nós, simples mortais, nos sentimos impotentes ante esse terrível desequilíbrio ambiental. Que dizer dos magníficos animais que aparecem na capa? Essa é a mais bela e dramática reportagem já exibida por VEJA ("A fronteira final", 11 de abril). Senti-me comovida e ao mesmo tempo angustiada com o seu desenrolar. Confiamos na habilidade e inteligência do homem, que contribuiu para o aquecimento global, para agora descobrir uma maneira de estancar o derretimento do gelo polar.
Ana Marisa de Oliveira Costa
Dourados, MS  

Escrito por anama às 12h03
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13/04/2007


 

O homem nem sempre está preparado para enfrentar a própria fera que é!

Depois de um certo tempo, o próprio tempo se encarrega de mostrar o que o próprio tempo fez com a gente!

A vida nem sempre mostra prá gente, o que estamos deixando de ganhar, mas sempre deixa à mostra o que perdemos!

Na busca desenfreada do bem, muitas vezes tropeçamos no mal, mas basta chutá-lo para longe, que o caminho ficará livre!

Escrito por anama às 22h02
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10/04/2007


O POETA E A POESIA

 

Qualquer pessoa sensível pode ver a alma da gente nas poesias que escrevemos.

Fernando Pessoa afirma:-

"O poeta é um fingidor

Finge tão completamente

Que chega a fingir, que é dor.

A dor que deveras sente."

 

O verdadeiro sentimento do poeta está no poema, mas está também imbutido nele a dor da outra pessoa que o lê, percebida pelo poeta.

Depois de feita, a poesia não pertence mais ao poeta, ela se torna independente, ela agora é do mundo.

Quando falamos da própria dor, a gente associa a dor de outras pessoas e assim o sofrimento se torna universal.

Ser poeta é Ter sensibilidade, criatividade e gosto de pensar em liberdade.

Proibir o poeta de escrever é bloquear o trabalho interior que vai dentro da alma de cada um.

De boca fechada, ninguém influencia ninguém.

Daí, a identificação de quem lê uma poesia, a sincronia entre o que você sente e o que você lê.

Muitas vezes, uma pessoa se identifica com as idéias e palavras de uma poesia, que chega a externar isso fisicamente, através de risos e lágrimas.

A poesia é exatamente isto: a transparência de sentimentos...

Nem sempre nos identificamos com uma poesia.

Às vezes, ao nos depararmos com algumas palavras, elas não nos tocam, não nos atingem, e isso, não necessariamente, significa, que o autor não conseguiu seu objetivo, mas sim que quem a leu, não tem nada em comum com o autor. Assim como podemos não nos identificar com alguém numa primeira conversa

A poesia serve para animar, para reanimar, para levar alento ou até mesmo para entreter as pessoas.

Assim como a música, a poesia pode fazer-nos transpor etapas de sentimentos:- De tristezas passamos a Ter alegrias; De ansiedade passamos a Ter tranqüilidade; De ilusões passamos a Ter sonhos.

Poesia e loucura todo mundo faz um pouquinho. 

 

Escrito por anama às 20h11
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08/04/2007


Viagem no tempo!

De repente voce me encontra e me confronta.

De repente eu me deparo com a sua imagem e me vejo.

De repente voce reaparece da cinzenta nuvem ,

 que se formou na minha memoria e,

 eu me iludo pensando que voce esta aqui!

Escrito por anama às 17h25
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