
Presença, alternativa do não-ausente,
Janelas quadradas, que se encontram travadas,
Como o passado, dormindo sob a luz da lua.
A ansiedade automática aprisiona a mente humana...
Certas coisas no mundo vêm e vão,
Tanto pode estar presentes, como ausentes...
Estarem fora daqui, embora se deseje, que aqui estejam...
Não se pode obrigar a ficarem.
Há mais clareza na fantasia que na ação,
É preciso saber discernir...
Por mais que se deseje que fiquem,
Não há opção, se foram...
Com os pés apoiados no pára-brisas e um sonho reprimido.
De resto, o pranto uníssono, o exemplo manifesto, o disfarce...
Talvez a perda do critério da realidade se limite à concretização do sonho.
E... a consequência se faz necessária, embora o talento esteja enterrado!





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